Água de beber

Por que a construção a seco é mais sustentável

 22 de Abril de 2022

Textos Notícias

De acordo com a ONU, 2,2 bilhões de pessoas em todo o mundo não têm acesso à água potável. Ao todo, 26 países enfrentam neste momento escassez crônica de água e, até 2025, a previsão é de que o problema afete 52 países. Ou 3,5 bilhões de pessoas.

Desperdiçar esse recurso tão precioso, portanto, é inaceitável em qualquer situação, desde um vizinho desavisado que “varre” a calçada com a mangueira ligada até a construção de um prédio que consome milhões de litros de água.

O segundo caso, por incrível que pareça, é mais fácil de ser resolvido. Basta que a construtora opte pela construção a seco ou energitérmica, tecnologia consolidada nos EUA e Europa que praticamente dispensa o uso de água – é necessária apenas para moldar o concreto das fundações; depois, nem mais uma gota.

Em comparação aos sistemas tradicionais, fica bem mais fácil visualizar o tamanho da economia.

Para erguer uma parede de alvenaria, por exemplo, são gastos 30 litros de água por m². Uma parede com as mesmas dimensões e tão resistente quanto, só que feita de drywall, um dos componentes da construção a seco, não precisa de água.

Aos números: uma casa de 100 m², com poucas divisões internas (dois quartos, sala, banheiro e cozinha), pode chegar a consumir 2.000 litros de água apenas durante a execução das paredes. O suficiente para encher mais de 1.300 garrafas de 1,5 l.

Ao construir com drywall, a única água consumida durante a obra será para matar a sede dos instaladores. 🚰


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