Perguntas Frequentes

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Drywall é um sistema de construção a seco de paredes, forros e revestimentos muito utilizado na Europa e nos Estados Unidos. O sistema consiste em uma combinação de estruturas de aço galvanizado com chapas de gesso acartonado de alta resistência (mecânica e acústica). As chapas Trevo drywall são produzidas sob rígidos padrões de qualidade e de acordo com a norma de fabricação NBR 14.715.

Indicado exclusivamente para áreas internas, o sistema é ideal para dividir ambientes, melhorar o desempenho acústico de residências e para construção de paredes e forros em geral, além de possibilitar a criação de mobiliários, como estantes, nichos e guarda-roupas, entre outros.

ST (Standard) – É a chapa padrão e a mais usada no sistema. Indicada para a montagem de paredes, forros e revestimentos de áreas secas.

RU (Resistente à umidade) – Chapa indicada para a construção de paredes, forros e revestimentos de áreas sujeitas à umidade por tempo limitado, de forma intermitente. Exemplos: cozinhas, banheiros e áreas de serviços.

RF (Resistente ao fogo) –  Indicadas para a construção de paredes, forros e revestimentos de áreas secas, as chapas RF são resistentes ao fogo e de uso obrigatório em obras com exigências especiais, por exemplo, saídas de emergência e escadas enclausuradas, entre outros.

As chapas Trevo Drywall RF atendem às exigências legais e regulamentações contra incêndio em todas as possíveis combinações de chapas, perfis e lãs acústicas, em relação ao tempo de resistência ao fogo. 

A liberdade arquitetônica, alinhada à planicidade da superfície e à mão de obra capacitada, é uma característica essencial do sistema. Com critérios e procedimentos específicos, o drywall pode receber qualquer tipo de acabamento: pintura, azulejos, revestimento melamínico, mármores, granitos etc.

Com certeza! O Instituto de Pesquisas Tecnológicas (IPT) testou e aprovou paredes e forros de drywall em relação à estabilidade e resistência, deslocamento e fissuração, solicitação de cargas vindas de peças suspensas, impactos e tração.

As estruturas metálicas são fabricadas em aço galvanizado de 0,50 mm de espessura, para garantir a resistência do drywall aos impactos normais do dia a dia. O sistema é testado em laboratório sob os mais rígidos critérios, para que o drywall suporte, com toda a segurança, a instalação de armários, estantes etc.


Sim, as paredes de drywall podem suportar a colocação de quadros, espelhos, prateleiras, armários, suportes para TVs, redes de dormir, etc.

Para cada tipo de peso, deve-se utilizar a bucha apropriada (expansiva ou basculante). Objetos muito pesados exigem a inclusão de reforços de madeira ou metal. Para executá-los, sempre procure um profissional especializado.

O desempenho acústico dos sistemas construídos com as chapas Trevo Drywall atende às mais exigentes especificações, podendo inclusive ser melhorado com o acréscimo de mais chapas ou revestimentos de lãs acústicas.

Hoje, o sistema drywall segue as seguintes normas da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) no processo de fabricação (chapas, perfis e diversos componentes) e instalação.


NBR 14715-1 - Chapas de gesso para drywall - Parte 1: Requisitos.

NBR 14715-2 - Chapas de gesso para drywall - Parte 2: Métodos de ensaio.

NBR 15217 - Perfis de aço para sistemas construtivos em chapas de gesso para drywall – Requisitos e métodos de ensaio.

NBR 15758-1 - Sistemas construtivos em chapas de gesso para drywall – Projeto e procedimentos para montagem - Parte 1: Requisitos para sistemas usados como paredes.

NBR 15758-2 - Sistemas construtivos em chapas de gesso para drywall – Projeto e procedimentos para montagem - Parte 2: Requisitos para sistemas usados como forros.

NBR 15758-3 - Sistemas construtivos em chapas de gesso para drywall – Projeto e procedimentos para montagem - Parte 3: Requisitos para sistemas usados como revestimentos.


Ainda temos a NBR 15.575 – Edificações habitacionais – Desempenho, que oferece uma garantia de qualidade, definindo parâmetros mínimos de desempenho que as edificações precisam atender.

A cavidade interna dos sistemas construtivos em drywall permite a colocação de lãs de isolamento termoacústico, que preenchem esse espaço vazio e aumentam o isolamento térmico entre os ambientes – ficam mais frescos no verão e mais quentes no inverno. Portanto, o conforto térmico do drywall é maior.

Não é preciso revestir todas as paredes, apenas as que recebem maior incidência de sol.

O forro de drywall bloqueia ruídos aéreos, tais como latidos e miados, mesmo sem a utilização de lãs acústicas. No caso de salto altos que transmitem vibrações, o forro reduz o barulho. Para zerá-lo, porém, são necessários cálculos técnicos e isolamento também em paredes, janelas e portas.

Com certeza o drywall, cuja tecnologia permite que instalações elétricas e hidráulicas passem pelo interior das paredes, tornando mais rápido e fácil o acesso. Assim, as manutenções são executadas de modo mais simples, sem precisar quebrar as paredes, como acontece no sistema convencional.

Em regra, o uso de drywall facilita a identificação do vazamento, pois aparecem manchas no local e o cartão pode até ficar dilatado.

Então, basta fazer um recorte na chapa de drywall, exatamente no local do vazamento, para ter acesso às tubulações e, assim, efetuar o reparo. É importante também ter em mãos o memorial descritivo do imóvel para facilitar a identificação das tubulações e agilizar o serviço.

Depois de tudo consertado, é possível usar o mesmo pedaço de chapa cortada para fechar o local ou colocar um novo recorte de chapa. Faça um novo tratamento de juntas e espere o tempo de cura para o acabamento final.

Existe hoje no mercado um sistema de tubulações flexíveis chamado PEX. É próprio para drywall, sua instalação é fácil e rápida. Tem ainda elevada resistência e durabilidade.

Lembrando que os sistemas tradicionais em PVC e cobre também podem ser usados. Neste último, deve-se utilizar anéis de plásticos para evitar a corrosão que pode ser causada pelo contato com os perfis do sistema drywall.

Um dos maiores benefícios que o drywall oferece é a flexibilidade, que permite ampliar, construir, projetar e adaptar qualquer ambiente. Tudo depende da sua necessidade e do seu momento de vida. E o melhor: com muito menos sujeira e entulho.

Isso vai depender da sua necessidade e objetivo. De qualquer forma, o drywall é o resultado de uma tecnologia inteligente, com várias espessuras e padrões dimensionais, o que a torna excelente opção para substituir o sistema convencional de paredes de tijolos, divisórias e forros.

O sistema drywall ainda oferece versatilidade singular em termos de acabamento, bem como facilidade de instalação, beleza, higiene e durabilidade.

Temos alguns tipos de fitas com finalidades específicas.

Fita de papel microperfurado: é uma fita constituída de papel microporoso e microperfurado, que facilita a saída do ar contido sob a fita na hora da aplicação, evitando a formação de bolhas. Possui uma dobra localizada no centro, com o intuito de facilitar o posicionamento correto na hora de aplicá-la sobre as duas chapas. Usada exclusivamente para o tratamento das juntas de rebaixo, topo e ângulos internos dos ambientes com chapas aplicadas em paredes, forro e revestimentos.


Fita telada: a fita telada é composta por fios de fibra de vidro entrelaçados, formando uma malha, sendo que uma das faces é autoadesiva. Utilizada apenas para pequenos reparos nas chapas.

Fita cantoneira com alma de aço: usada para cantos e ângulos externos, com o intuito de proteger contra impactos.

Fita banda acústica: para isolamento do contato direto entre o perímetro das paredes de drywall e superfícies rígidas de outros materiais.

Ainda que a tarefa pareça simples, recomendamos a contratação de um profissional especializado.

Trincas e fissuras: comece limpando a área em que será feito o reparo e faça a aplicação de TrevoMassa, que é própria para tratamento de juntas. Em seguida, coloque a fita de papel microperfurado, pressionando com uma espátula. Passe outra camada de TrevoMassa e espere secar. Com a superfície lisa e uniforme, já é possível lixar e pintar.


Furos pequenos:
comece limpando a área em que será feito o reparo e preencha o furo com TrevoCola, utilizando uma espátula pequena. Deixe secar. Se necessário, repita o processo até o furo ficar imperceptível. Depois que a superfície estiver seca, sinal verde para lixar e pintar.


Furos grandes: normalmente, surgem quando se retira uma parte da chapa para acessar às tubulações. Por dentro da área aberta, parafuse pedaços de perfis metálicos e fixe neles um novo pedaço de chapa. Em seguida, faça a aplicação de TrevoMassa para tratamento de juntas na superfície, com o uso da fita de papel microperfurado. Espere secar, lixe e faça o acabamento final desejado.

Um ponto importante a ser lembrado é que a execução do drywall, mesmo sendo rápida e limpa, deve ser realizada por profissionais especializados e com ferramentas específicas. Entre elas:


Ferramentas elétricas


1- Furadeira

A furadeira é uma ferramenta utilizada na furação de chapas e perfis. São encontrados vários tipos, sendo que, para o drywall, a mais indicada é a furadeira com martelete sds plus (broca de encaixe).

2- Parafusadeira

A parafusadeira é utilizada para fixar, apertar ou desenroscar parafusos e rebites. É possível encontrar no mercado modelos de parafusadeira especial para drywall com limitador, que evita que o parafuso ultrapasse o papel da chapa. Além das parafusadeiras elétricas, também podem ser utilizadas parafusadeiras à bateria.

Ferramentas manuais


1- Mangueira de nível ou nível a laser
O nível é um instrumento utilizado na medição de superfícies para a aferição de inclinações, tanto no plano horizontal como no vertical. A mangueira de nível é uma opção mais simples e barata do que o nível a laser. Porém, esse último tem a vantagem de dar agilidade ao trabalho.

4- Linha de marcar (giz de linha)

O giz de linha é usado para marcar as paredes e chapas de drywall em linha reta. Existem no mercado de linhas simples (e mais baratas) até as mais sofisticadas.

5- Alicate puncionador

Alicate usado para prender um perfil no outro durante a montagem das estruturas de parede. Agiliza o trabalho e ainda reduz a quantidade de parafusos utilizados na fixação entre perfis.

6- Tesoura de aviação para corte direto

É usada para cortar os perfis de aço galvanizado, como montantes, guias, perfis F530 ou canaletas “C” etc.

7- Trena, lápis, estilete e esquadro

São ferramentas básicas utilizadas para marcações, medições e verificações. A trena pode ser manual ou a laser, sendo essa última bastante vantajosa por facilitar as medições e dar mais precisão às informações levantadas.

9- Serrote de ponta

A lâmina desse tipo de serrote é estreita e pontiaguda, enquanto os dentes são posicionados na parte superior. Por causa do seu formato, é usado normalmente para serrar curvas e recortes.

Cabe lembrar que o uso de produtos adequados e de qualidade ajuda a garantir a instalação correta de paredes e forros de drywall. Por isso, é importante que os profissionais, designers e arquitetos estejam sempre atentos aos materiais e ferramentas utilizados em suas obras.

Os parafusos utilizados na montagem estrutural (metal/metal) são com ponta broca ou ponta agulha e cabeça lentilha.

No chapeamento (chapa/metal), os parafusos são de ponta agulha ou, em alguns casos, ponta broca e cabeça trombeta, sendo todos aplicados com parafusadeiras específicas para o sistema drywall.

Resistentes à corrosão, os parafusos são utilizados para fixação dos componentes do sistema drywall. Devem apresentar resistência à corrosão vermelha de, no mínimo, 48 h em câmara de salt spray.

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As paredes de drywall têm três dimensões básicas, que variam de acordo com a espessura dos perfis utilizados. Temos perfis de 48 mm, 70 mm e 90 mm, que, adicionados às chapas Trevo Drywall com espessura de 12,5 mm, geram as seguintes espessuras finais:

Perfis com 48 mm + 12,5 mm em cada face = 73 mm
Perfis com 70 mm + 12,5 mm em cada face = 95 mm
Perfis com 90 mm + 12,5 mm em cada face = 115 mm

As chapas Trevo Drywall resistentes ao fogo (RF) atendem às exigências legais e regulamentações contra incêndio em todas as possíveis combinações de chapas, perfis e lãs acústicas. Lembrando que mesmo um sistema de paredes com a composição mais simples de drywall apresenta excelente desempenho nesse quesito. Por norma, todos os tipos de paredes – com qualquer composição de chapas – resistem a, no mínimo, 30 minutos de fogo.


Resultante da combinação entre gesso, papel cartão e aditivos, a chapa comum de drywall – é chamada de standard (ST) e tem 12,5 mm de espessura – faz parte de um sistema construtivo que resiste a, no mínimo, 30 minutos de exposição ao fogo. No entanto, a depender da composição escolhida, esse tempo pode passar de uma hora. Já o sistema formado pela chapa especial de 15 mm e resistente ao fogo (RF), conforme a tipologia da parede ou forro, garante proteção superior a duas horas.

As chapas Trevo Drywall resistentes ao fogo (RF) são indicadas para áreas de maior risco, como rotas de fuga, escadas e caixas de elevadores. Porém, é sempre importante ressaltar que a configuração mais simples já oferece meia hora de resistência ao fogo. Mais: o sistema drywall atende plenamente à Norma de Desempenho 15.575. Ou seja, depois de montados, chapas e demais componentes são seguros em situações de incêndio.

Outro ponto positivo do drywall é a pouca geração de fumaça – produto Classe II A –, sendo que os vapores emanados apresentam baixo índice de toxicidade. Tais informações constam no documento 1181/RT020A produzido pela Tecnologia de Qualidade e Sistemas de Engenharia (TESIS), empresa acreditada pelo INMETRO. E as Instruções Técnicas (IT) dos Corpos de Bombeiros, documentos que regulamentam o desempenho de sistemas empregados na construção, incluem o drywall.

Dessa forma, podemos concluir que, além de a aplicação ser totalmente segura, o sistema drywall ajuda a retardar a propagação dos incêndios. 

Uma das grandes vantagens do sistema drywall está relacionada ao baixo peso da estrutura. Por exemplo, com a utilização de aço leve combinado com chapas Trevo Drywall em paredes, temos um peso de, aproximadamente, apenas 22 kg/m². Esse é o peso de uma parede simples, com uma chapa Trevo Drywall de 12,5 mm de cada lado. Já para paredes com duas chapas Trevo Drywall de 12,5 mm de cada lado temos um peso aproximado de 42 kg/m².

Desde que a instalação seja feita corretamente, segundo a norma NBR 15.758, a Trevo Drywall garante cinco anos contra defeitos. Porém, com os cuidados certos e a correta instalação e manutenção, sua vida útil se estenderá por muitos anos.

Não. Apesar de sua elevada resistência, as chapas Trevo Drywall não suportam as ações de intempéries e os fatores externos. Para tal utilização, as placas cimentícias são as mais indicadas.

As chapas Trevo Drywall e todos os componentes do sistema podem ser reciclados e transformados em novos produtos. A reciclagem do drywall economiza dinheiro para os construtores e proprietários, bem como ajuda a diminuir a quantidade de lixo descartado em aterros sanitários.

A gipsita (gesso mineral) é armazenada ao ar livre e depois britada, por meio de impacto, para reduzir a sua granulometria. Em seguida, é triturada, moída e calcinada, quando perde uma média de 75% de água da sua composição. Torna-se o pó que conhecemos como gesso. 



O gesso é misturado à água e aditivos, tornando-se uma pasta que, em seguida, é lançada num processo de laminação contínua entre duas folhas de papel cartão especialmente desenvolvidas para drywall. Elas aderem química e mecanicamente ao gesso, formando as chapas Trevo Drywall. 



Em seguida, as chapas passam pelo processo de secagem e cura, no qual as moléculas do gesso se reagrupam em cristais, readquirindo sua formação rochosa original e passando a ter um nível de pureza ainda mais elevado.


O Forro Trevo Drywall Estruturado (FTE), por com conter uma estrutura metálica, é mais resistente do que o forro de gesso comum (Plaquinhas), que são penduradas e chumbadas, oferendo mais riscos ao surgimento de patologias devido à movimentação natural das edificações.

A Trevo Drywall possui ainda um tipo intermediário de forro em drywall, que é o sistema de Forro Trevo Aramado (FTA). Este dispensa a parte da estrutura e, mesmo assim, ainda oferece um ótimo acabamento e sua qualidade é superior à do forro de gesso comum.

O sistema drywall é constituído basicamente por uma estrutura metálica leve de aço galvanizado, formada por guias e montantes e outros acessórios, sobre os quais são fixadas uma ou mais camadas de chapas de gesso acartonado (nas faces das paredes, forros e revestimentos). Tem-se uma superfície capaz de receber o acabamento final, a exemplo de pintura, papel de parede, cerâmica etc.

O sistema combinado com as chapas Trevo Drywall é muito resistente, porque o pó de gesso nada mais é do que a rocha gipsita desidratada, que, em contato com a água, transforma-se novamente em pedra. Além disso, para áreas sujeitas ao contato com água e ambientes que exigem paredes corta-fogo, a Trevo Drywall disponibiliza versões especiais de suas chapas.

Primeiro, a Trevo Drywall sempre recomenda a contratação de um profissional especializado. No caso de haver a necessidade de pendurar um objeto pesado em uma parede de drywall sem reforço, o processo é simples e fácil de fazer, assim como acontece em um reparo. Faça uma abertura em uma das faces da parede, aplique o reforço e, em seguida, feche-a. Caso a chapa seja muita danificada durante a abertura do vão para a colocação do reforço, indicamos que se faça o fechamento com uma nova chapa.

O sistema drywall foi projetado para absorver as movimentações naturais das edificações. Ele é testado e aprovado em vários ensaios de impactos e cumpre todas as exigências da nova norma de desempenho da ABNT, a NBR 15.575 – Desempenho.

A Trevo Drywall assegura que as suas chapas atendem a todos os quesitos da norma e não apresentam patologias frente aos impactos do dia a dia. Além disso, as chapas Trevo Drywall são também certificadas pela própria ABNT.

O drywall surgiu no final do século XIX, depois do grande incêndio ocorrido em 1871, na cidade de Chicago (EUA), então o maior entreposto de madeira do mundo. As edificações, por serem todas de madeira, eram muito vulneráveis ao fogo, o que levou à destruição de grande parte da cidade, deixando um saldo de pelo menos 300 mortos e mais de 90 mil desabrigados.

Depois do ocorrido, veio a necessidade urgente de desenvolvimento de materiais de construção mais resistentes ao fogo. Daí surgiu o drywall (em forma de ladrilhos), material que viria a revolucionar a construção civil por ser tratar de um sistema de construção a seco, ou seja, que não utiliza (ou utiliza em quantidades mínimas) a água.

A cidade, então, foi reconstruída e as casas passaram a usar o drywall como revestimento para evitar o alastramento de fogo.

Na 1ª Guerra Mundial, o drywall começou a ganhar a forma que tem hoje – era usado na construção de alojamentos temporários para os soldados norte-americanos. Vinte anos depois, já era considerado o sistema construtivo mais utilizado em todo o mundo.

A depender do peso a ser aplicado nas chapas de drywall, utiliza-se um tipo de reforço.

Reforço metálico ou de madeira tratada em autoclave para fixação, por exemplo, de armários de cozinhas, tanques com colunas e suportes para TV, entre outros.

Ainda temos o compensado plastificado e o suporte tubular metálico para fixação de armadores para rede de dormir.

Massa em pó: Massa em pó para utilização em tratamento de juntas de chapas Trevo Drywall para paredes, forros e revestimentos. Aplicação manual. Pode também ser utilizada para preenchimentos de irregularidades nas chapas, arremate sobre o parafuso e acabamentos com cantoneiras de reforço. Deve ser misturada com água limpa para aplicação.

Massa pronta: Massa pronta para tratamento de juntas de chapas Trevo Drywall e para acabamento superficial e fino sobre chapas de drywall. Não há necessidade de ser misturada com água para sua aplicação.

Massa cola: Massa em pó à base de gesso para fixação de chapas Trevo Drywall sobre superfícies rígidas e absorventes de concreto ou alvenarias secas e limpas. Também é indicada para pequenos reparos. Deve ser misturada com água limpa para aplicação.

No Brasil, o drywall foi inserido por volta de 1970. O início do seu crescimento se deu na década de 1990, principalmente após a chegada de competidores globais, que construíram fábricas de chapas de drywall. A partir de 2004, a utilização do drywall expandiu no estado de São Paulo e na região Sudeste como um todo, sendo consumido principalmente para a construção de estabelecimentos comerciais.

É importante lembrar que o sistema drywall é regido por várias normas técnicas da ABNT, e que uma delas é a norma de instalação do sistema, a NBR 15.758. A Trevo Drywall recomenda que se faça uso dessa norma para que o sistema tenha seu desempenho e função garantidos.

Geralmente, essa patologia surge com o descumprimento da norma, pois a mesma diz que a fita de papel microperfurado, que é específica para tratamento de juntas em chapas de drywall, deve ser primeiro fixada sobre a massa. Em seguida, deve-se pressionar bem com uma espátula, de forma que a massa seja espalhada de maneira uniforme e evite o surgimento de bolhas.

As trincas não têm relação com a exposição à umidade. Se ocorrerem em diversas juntas, em regra, houve o descumprimento da norma de instalação NBR 15.758. A Trevo Drywall recomenda que um técnico ou profissional especializado realize uma análise. No caso em que as trincas são pontuais, o procedimento é simples: reparo, lixamento e acabamento final.

O drywall pode ser pintado quantas vezes forem necessárias. Lembrando que a Trevo Drywall recomenda que um profissional qualificado sempre realize os serviços.

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