Boas compras!

Por que não faz sentido construir um shopping center sem utilizar drywall

 09 de Fevereiro de 2022

Textos Notícias Instalador Construtora Arquiteto

A equação “ir às compras” quase sempre compreende um elemento fundamental: o shopping center. Mas nem só de compras vivem esses centros comerciais. De restaurantes a lotéricas, passando por salões de beleza, cinemas e academias, os shoppings compõem a paisagem da maioria das cidades. E essa onipresença é garantida em boa parte pelo drywall.

“Não faz sentido construir um shopping center sem drywall. Além de o custo-benefício ser muito superior ao da alvenaria, o administrador tem total flexibilidade para unir ou separar as lojas. Ou seja, mudar sempre que quiser o layout do espaço, exigência típica desse negócio”, afirma Gustavo Costa, sócio-diretor da Ethica Engenharia, construtora situada em Maceió (AL).

Entre outros empreendimentos do tipo, a Ethica acaba de construir o Shopping da Vila, que será inaugurado em 25/03, na cidade alagoana de Delmiro Gouveia – todo o sistema foi fornecido pela Trevo Drywall.

“Além da flexibilidade exigida pelos administradores de shoppings, o drywall se destaca pela agilidade”. De acordo com os cálculos de Costa, um profissional instala 100 m² de drywall por dia. “Não passa de 10% disso com alvenaria”, ele compara.

Outro ponto decisivo para a predominância do drywall nos shoppings centers, salienta o sócio-diretor da Ethica Engenharia, é a possibilidade de configurar as paredes conforme o nível de exigência de isolamento.

“A gente consegue isolar acusticamente enormes salas de cinema, de forma prática e confiável. Sem contar que só com o drywall é possível vencer vãos de 6 a 9 m de altura, situações comuns nas megassalas de projeção”.

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